Citroën DS3: saída à francesa
Apesar de ofuscar carrões agora que é novidade, o DS3nasceu para disputar olhares (e consumidores) com Mini Cooper e Fiat 500, entre outros compactos cults. Para tanto, a Citroën escolheu uma estratégia diferente das rivais, sem olhar para o passado. A única coisa nostálgica é o nome, herdado do DS de 1955. De resto, o DS3 é uma derivação “très chic” do novo C3, com direito a carroceria exclusiva da coluna “B” para trás (sempre com duas portas) e diversas opções de personalização. O hatch é o primeiro de uma família premium que terá o DS4 e o DS5 ano que vem.
Pego uma rodovia rumo à região de Chantilly, ao norte de Paris, e enfim ouço o assobio do turbo ao esticar a terceira marcha. O DS3 ganha velocidade rapidamente quando o limite passa de 90 km/h para 130 km/h, mas não tem a mesma pegada do Cooper S. Acho, inclusive, que os 8,1 s que a marca divulga de 0 a 100 km/h são um pouco otimistas. Saio para uma estradinha de mão dupla e os 24,5 kgfm de torque logo a 1.400 rpm garantem ultrapassagens fáceis. O câmbio tem seis marchas, mas a sexta serve apenas para economia (2.000 rpm a 100 km/h).
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